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Inteligência artificial

A Zabit usa modelos de linguagem para apoiar a análise: resumir dossiês, explicar e agrupar alertas, sugerir tratamento, pesquisar mídia adversa e responder no assistente. Esta página diz para onde vão os dados nessas funções.

Provedor​

  • Em produção, as funções de IA usam modelos Claude, da Anthropic, pelo Amazon Bedrock, o serviço de IA da AWS. A chamada parte da região de São Paulo.
  • Nenhum outro provedor de IA recebe dados de clientes em produção.

Onde o processamento acontece​

Os modelos que usamos são servidos pela AWS por um perfil de inferência global: a AWS pode processar a chamada em outra região dela, inclusive fora do Brasil, conforme a capacidade disponível no momento. O resultado volta para a plataforma e é armazenado no Brasil.

Treinamento e registros​

  • Os dados não treinam modelos. A AWS e os fornecedores dos modelos não usam as entradas nem as saídas do Amazon Bedrock para treinar modelos (FAQ do Amazon Bedrock, seção Security).
  • Registramos os metadados de cada chamada de IA (modelo, horário, volume e região onde a AWS processou) por 400 dias, sem o conteúdo enviado nem a resposta.

O que é pseudonimizado antes de chegar ao modelo​

Em cinco funções, o CPF ou CNPJ e os demais identificadores diretos da pessoa analisada são trocados por marcadores antes do envio; no resumo do dossiê de KYC, o nome também. O marcador volta a ser o dado real só dentro da plataforma, depois da resposta do modelo:

  • resumo do dossiê de KYC;
  • explicação de alertas de monitoramento;
  • agrupamento de alertas;
  • sugestão de tratamento de alertas;
  • síntese de investigações do assistente.

As demais funções — entre elas a pesquisa de mídia adversa, a análise de vínculos societários e o assistente conversacional — precisam dos nomes e dos dados da análise para funcionar e os recebem.